Para vocês minhas crianças,
Vou lhes falar do passado,
Contar como que o dia,
Das crianças foi criado.
Aqui dentro do Brasil,
Essa data eles criaram,
Há mais de 90 anos,
Mas, poucos comemoraram.
Ela ficou engavetada,
Não favorecia aos nobres,
Dentro a gaveta esquecida,
Pois, quem governa não é pobre.
Mas, há uns 40 anos,
Em virtude do mercado,
Esse dia mudou o modo,
Como vinha sendo olhado.
A fabrica de brinquedos Estrelas,
Para aumentar sua renda,
Junto com a Johnson e Johnson,
Fizeram uma promoção e aumentaram as vendas
Com isso elas cresceram
Aumentaram-se os clientes,
Hoje são grandes empresas,
Vendedoras de presentes.
No entanto este dia,
Não é o mesmo em todo o lugar,
Pois, cada país possui,
Seu dia de comemorar.
Nesse país nosso injusto,
Não há dia de crianças,
Todos os dias elas trabalham,
Sem nenhuma segurança.
Outros estão se prostituindo,
Por não ter o que comer,
Um sapato pra calçar,
E, ninguém pra responder.
É por isso que o Brasil,
Ainda não se desenvolveu,
Apesar de ser tão rico,
Pouca gente aqui cresceu.
Isso deixa a gente triste,
Com a nossa terra natal,
Ver, uns vivendo tão bem,
E outros passando mal.
É muito triste pra um pai,
Ver um filho pedir um pão,
E, ele dizer pra ele,
Que não poderá dar não.
O Brasil como uma pátria,
Era pra sentir vergonha,
Do que ele faz com os seus filhos,
É uma coisa tristonha.
Como que não tem dinheiro?
Se desviam pró mensalão,
Compartilham com empresários,
Só se ver corrupção.
Casos de pedofilia,
Menores sendo explorado,
É tanta coisa errada,
E não se pune o culpado.
Em um país como esse,
Não há o que comemorar,
Crianças abandonadas,
E sem escola pra estudar.
Trabalhando o dia todo,
Como um adulto noite e dia,
Fazendo da sua vida,
A vida que não queria.
Isso é um caso serio,
Para os políticos pensar,
Porque de cheio atinge,
Toda a classe popular.
Tomara eu que o Brasil,
Venha vergonha criar,
Pois se não mudar os modos,
A tendência é piorar.
Autor: Nelson Brasil da Silva
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A IMPORTANCIA DOS NUMEROS
Nós não seriamos capazes
De colher informações
Sobre o que o Brasil gasta
Quais as arrecadações.
Com isso ia ser mais dificil
Tu poder saber o que téns
Se valorizou ou não
Qual o valor de teus béns.
No entanto os números surgiram
Para nos auxiliar
Diminuir o trabalho
E não para complicar.
Hoje eles são muito úteis
Na nossa atualidade
Servem para quase tudo
Essa é uma verdade.
Usamos eles nas compras
No número da moradia
Na nossa alimentação
Faz parte do dia-a-dia.
Por isso meu caro amigo
Seria bem mais complicado
Sem eles nós estariamos
Muitos anos atrasados.
Pois os números são uma coisa
Que lhes digo não tem preço
Por eles nós expressamos
Telefone e endereço.
Criamos contas em bancos
Computadores programamos
As coisas ficam mais fácil
Por isso aqui estamos.
autor: Nelson Brasil da Silva.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
NÃO HÁ DIFERENÇA
Vejo que em nada difere
Ser corno de flamenguista
São duas coisas eternas
De vários pontos de vista.
O corno é sofredor
O flamenguista também
Os dois vivem a sofrer
Por algo que querem bem.
Nenhum vem sofrer forçado
Os dois sofrem por querer
Prova de que são doentes
Vivem a vida a sofrer.
Saiba que tal qual a AIDS
Flamenguista não tem cura
É uma doença que vai
Lhe levar pra sepultura.
O aidético hoje vive mais
Porque tem o coquetel
Hoje quem é flamenguista
Chega mais rápido ao céu.
autor: Nelson Brasil da Silva.
Ser corno de flamenguista
São duas coisas eternas
De vários pontos de vista.
O corno é sofredor
O flamenguista também
Os dois vivem a sofrer
Por algo que querem bem.
Nenhum vem sofrer forçado
Os dois sofrem por querer
Prova de que são doentes
Vivem a vida a sofrer.
Saiba que tal qual a AIDS
Flamenguista não tem cura
É uma doença que vai
Lhe levar pra sepultura.
O aidético hoje vive mais
Porque tem o coquetel
Hoje quem é flamenguista
Chega mais rápido ao céu.
autor: Nelson Brasil da Silva.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
DESENVOLVA A HABILIDADE
Hoje nesta juventude
O povo está sonolento
Pra vê-lo despertar
Lançou-se “jovens talentos”.
Quem sabe adquiram impulso
E partam para a cão
Tal qual faz o arco-íris
Produzam reflexão.
Demonstrem o que eles pensam
E as suas capacidades
Que todos tem competência
Dependerá da vontade.
Se eles virem despertar
Tornar-se um sujeito ativo
Certamente eles irão
Alcançar o objetivo
Porque tudo o que se quer
Nesta vida se conquista
Basta que se tenha fé
E lute, nunca desista.
Quem sabe você é um artista
Tem talentos enterrados
Olhe o seu interior
Veja o que tem lá guardado.
Dependendo do que você vê
Desenvolva a sua mente
Pois você tem que crescer
Não enterre a semente.
Se você ficar parado
Não desenvolver a habilidade
Tende a ficar ultrapassado
Essa é uma verdade.
Mas para que o aprendiz
Desenvolva a aptidão
É preciso de um ambiente
Que haja estimulação.
Que lhe dê encorajamento
Mais ânimo, motivação
Incentive-o a produzir
A sua própria criação.
Se a escola ficar parada
O seu papel não fazer
Serás uma fracassada
Vai ser difícil vencer.
Autor: Nelson Brasil da Silva
DO JEITO QUE O GOVERNO QUER
Hoje é quinze de julho
Estou aqui novamente
para falar com vocês
Caros amigos docentes.
Levamos uma vida ardua
Temos de saber encarar
Levar tudo calmamente
Para não nos estressar
Que a vida de educador
É como a de um condenado
Dentro da sala de aula
Tende a pagar os pecados.
Paga pelo o que não fez
Tem um salário anormal
Ao receber tem de minguar
Para não vir passar mal.
Todos nós sabemos disso
Estamos no mesmo barco
Já com a agua no pescoço
É um verdadeiro marco.
E desse jeito que vai
Com o governo nos esquecendo
Não virá nenhum socorro
Vamos acabar morrendo.
E nós morrendo afogado
Para o governo vem melhorar
Menos um aposentado
Mais recursos para roubar
autor: Nelson Brasil da Silva.
Estou aqui novamente
para falar com vocês
Caros amigos docentes.
Levamos uma vida ardua
Temos de saber encarar
Levar tudo calmamente
Para não nos estressar
Que a vida de educador
É como a de um condenado
Dentro da sala de aula
Tende a pagar os pecados.
Paga pelo o que não fez
Tem um salário anormal
Ao receber tem de minguar
Para não vir passar mal.
Todos nós sabemos disso
Estamos no mesmo barco
Já com a agua no pescoço
É um verdadeiro marco.
E desse jeito que vai
Com o governo nos esquecendo
Não virá nenhum socorro
Vamos acabar morrendo.
E nós morrendo afogado
Para o governo vem melhorar
Menos um aposentado
Mais recursos para roubar
autor: Nelson Brasil da Silva.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
ALCANÇAR O INFINITO
Eu não tinha experimentado
Usar a tecnologia
Dentro da sala de aula
Pois a escola não oferecia.
Mas a cada dia que passa
Mais convencido eu fico
De que ela é essencial
Para chegarmos ao pico.
Alcancarmos as montanhas
Atravessarmos as fronteiras
Dentro da sala de aula
Sem levantar da cadeira.
E a juventude hoje
Quer este mundo abstrato
Nasceu já dentro este mundo
Isso para eles é um prato.
Por isso nós professores
Temos de usar este recurso,
Atravessar as calotas
E irmos brincar com os ursos.
E isso faz nós andar
Anos luz em um segundo
Ver a escola usar
Tecnologia de primeiro mundo.
Nelson Brasil da Silva.
Usar a tecnologia
Dentro da sala de aula
Pois a escola não oferecia.
Mas a cada dia que passa
Mais convencido eu fico
De que ela é essencial
Para chegarmos ao pico.
Alcancarmos as montanhas
Atravessarmos as fronteiras
Dentro da sala de aula
Sem levantar da cadeira.
E a juventude hoje
Quer este mundo abstrato
Nasceu já dentro este mundo
Isso para eles é um prato.
Por isso nós professores
Temos de usar este recurso,
Atravessar as calotas
E irmos brincar com os ursos.
E isso faz nós andar
Anos luz em um segundo
Ver a escola usar
Tecnologia de primeiro mundo.
Nelson Brasil da Silva.
sábado, 4 de junho de 2011
O Professor é Mais do Que Professor
Hoje parte da nossa vida
Nós passamos na escola
Lá é a nossa outra casa
Com uma familia numerosa.
Pois lá dentro o professor
Possui uma dupla função
Além de educador
É um pai por adoção.
Tudo o que acontece em sala
Os alunos vem lhe contar
Como se ele pudesse
A tudo solucionar.
E com isso a sua vida
É a vida de um conturbado
Faz papel de professor
De policia e delegado
Quando as coisas esquentam
Que os animos ficam alterado
Para acalmar os animos
Se torna um advogado.
Vai defender um aluno
Dizer quem estava errado
Abafar a confusão
E por eles separados.
Porque se ficarem proximos
E fizerem confusão
Irão atrapalhar a aula
E isso não pode não.
autor: Nelson Brasil da Silva.
Nós passamos na escola
Lá é a nossa outra casa
Com uma familia numerosa.
Pois lá dentro o professor
Possui uma dupla função
Além de educador
É um pai por adoção.
Tudo o que acontece em sala
Os alunos vem lhe contar
Como se ele pudesse
A tudo solucionar.
E com isso a sua vida
É a vida de um conturbado
Faz papel de professor
De policia e delegado
Quando as coisas esquentam
Que os animos ficam alterado
Para acalmar os animos
Se torna um advogado.
Vai defender um aluno
Dizer quem estava errado
Abafar a confusão
E por eles separados.
Porque se ficarem proximos
E fizerem confusão
Irão atrapalhar a aula
E isso não pode não.
autor: Nelson Brasil da Silva.
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