sábado, 14 de abril de 2012

PROMETO ESTÁ CONTIGO

Boa tarde minha Deusa
Minha linda meu amor
Tu és a minha princesa
Vou ir para aonde tu for.

Se tu for pro infinito
Ou viajar dentro do mar
Mesmo que eu fique aflito
Eu irei te acompanhar.

Porque tu és minha companheira
E eu sou o teu amigo
Não irei te deixar só
Vou sempre está contigo.

Mesmo que você não queira
Eu vou te acompanhar
Se não for de muito perto
Prometo te espionar.

autor: Nelson Brasil da Silva (eu)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A CULPA É DOS EMPRESARIOS

As empresas de ônibus
Querem acabar com os pirangueiros
Porque elas hoje só pensam
Em faturar mais dinheiro.

Monopolizar o transporte
Fazer tudo do seu jeito
Espero eu que elas não venham
Ter o aval do prefeito.


Porque os pirangueiros
Não têm nada a haver com isso
A culpa é das empresas
Que presta um péssimo serviço.

Se o serviço fosse bom
Claro que eu não ia usar
Um serviço bem mais caro
Eu ia economizar.

Mas como o serviço é péssimo
E eu sou muito ocupado
O meu tempo é reduzido
Não dá pra ficar parado.

Duas horas na parada
Com a barriga roncando
De conforto não tem nada
E o fumo dos outros exalando.

Quando saio do serviço
De meio dia tem passado
Chego em casa as 2 horas
De fome venho arrasado.

A aula lá na UFAC
As 13:30 inicia
Eu sempre chego atrasado
Isso se dá todo o dia.

As coisas não estão piores
Porque eu sou brasileiro
Não tenho frescura com nada
Eu ando com pirangueiro.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A TORCIDA FOI ABALADA

A identidade do mengo
No Acre foi abalada
Os flamenguistas rodaram
A casaca assim do nada.

Dentro do Estado do Acre
O torcedor flamenguista
Na luta pelo o ideal
Não é um alguém que persista.

Eles não são torcedores
Não sabem pra quem torcer
Eles são uns sofredores
Que vivem a vida a sofrer.

Parecem mais com os políticos
Que vivem a pular partidos
Não conseguem o ideal
Vivem a vida enrustido.

Por não terem um objetivo
Para eles alcançar
Deixaram de ser ativo
E pararam de lutar.

Hoje o torcedor do mengo
Com o Vasco passou a ter laços
Ela para o Vasco hoje
É muito mais que um braço.

Pois o mengo e o Vasco
Não são mais arqui-rivais
A torcida é a mesma
Ou você quer ouvir mais.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

TUDO TEM SUAS CONSEQUENCIAS


Aqui no Estado do Acre
Os flamenguistas se renderam 
Passaram a torcer pro Vasco
Sua identidade perderam.

Daqui a pouco os flamenguistas
Vão se tornar vascaínos
Perderão o time de vista
E esquecerão o hino.

Isso não vai demorar
Muito para acontecer
O Vasco assumir o lugar
E o fla desaparecer.

Porque o Flamengo hoje
Está cedendo espaço
O Vasco aproveitando
E ocupando o pedaço.

No momento em que o fla
Ao seu redor for olhar
Ele estará isolado
Irá ter que começar.

Pois vejo que a maioria
Chegaram a virar a casaca
Deixaram abandonado
Minaram o ultimo da vaca.

Pois viram que o flamengo
Nada poderia ganhar
Na condição de abutre
Ia ao lixão se alimentar.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A LEITURA E SEU PODER


A leitura é uma coisa
Que é essencial pra vida
Por isso na sociedade
Ela foi instituída.

E para ela ser instituída
Passou por vários processos
Foi muitos anos de vida
E também muitos congressos.

Sabemos que ela se encontra
A um processo histórico ligada
E este processo é constante
Ambos andam interligados.

No entanto a leitura
Dentro da sociedade
Hoje possui varias funções
Que geram desigualdade.

A leitura hoje é usada
Como meio de controlar
Quem irá ser dominante
E quem será auxiliar.

Como você viu aqui
Ela exerce poder
Controla a sociedade
É só tu parar pra ver.

Ela serve como meio
De adquirir conhecimento
Para a atualidade
Ela é um ótimo instrumento.

Porque quem não sabe ler
Tende a ficar ultrapassado
Deixa de exercer poder
Deixa a história pro passado.

E se não for bom leitor
Poderá se sair mal
Porque não conhecerá
Será pobre cultural.

E sem o conhecimento
Você perderá a noção
Tende a ser escravizado
Por não conhecer a razão.

Não sabendo a sua razão
Não saberá seus direito
Você será pro patrão
Um empregado perfeito.

A leitura meus colegas
Não veio surgir do nada
Pela classe dominante
Ela foi implementada.

Porem com o seu implemento 
Criaram instituições
Como asilos e conventos
Que mais pareciam prisões.

Eram ambientes bem rígidos
Tratavam severamente
Lá quem desobedecia
Era tratado cruelmente.

Aplicavam se castigos
Traumatizando o aprendiz
Conceituavam de burro
Isso é o que a história diz.

Dava se castigo físico
Não tinha direitos humanos.
Aprendia pela força
E isso causava danos.

Mas com a revolução
Industrial século passado
Passaram a investir em escolas
De modo diferenciado.

E essa escola passou
A ter outras peculiaridades
Dar mais ênfase ao aluno
E tratar com dignidade.

Hoje a escola é diferente
Embora na teoria
Tem outras concepções
Mas não se vê melhoria.

Poderia o conhecimento
Que ele tem incorporado
Dentro do texto escrito
Em sala ser trabalhado.

De textos regionais
O educador se apropriar
Com a linguagem regional
Poderia vir trabalhar.

Pois trabalhar a leitura
Com uma linguagem diferente
Para o aluno é estranho
Não se torna atraente.

Eis a principal razão
De não ter êxito a leitura
Não exerce atração
Vindo a se tornar escura.

E com isso o aprendiz
Tende a deixar de estudar
Pois a escola atual
Tem pouco a lhe ofertar.

Ela ainda está arcaica
Dentro o tradicionalismo
É só da boca pra fora
Que existe construtivismo.

Autor: Nelson Brasil da Silva.  .


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

CORINTHIANS É PAIXÃO

Como o amor é cego
A gente não vê defeito
Dedica a alma ao time
Mesmo não andando direito.

Fazendo a gente sofrer
Ter ataque do coração
Nascemos pra padecer
E dar alma pro timão.

Corintianas são lindas
Pois toda ela é gata
Com a energia que tenho
Uma mulher dessas me mata.

Mata-me em cima da cama
Com toda essa tezão
Pois chupando aquelas mamas
Irei morar em um caixão.

Pois vou morrer de amor
E vou morrer satisfeito
Qual o homem que não quer?
Uma gostosa no seu leito.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

RESOLVI TE DESENCALHAR

Adoro-te minha donzela
Você é minha sereia
Lembro ter te encontrado
Em plena praia na areia.

Quando a maré levantou
Tu vieste na onda do mar
Mas lá mesmo tu ficaste
Não tinha água pra nadar.

Foi quando eu apareci lá
E vi você encalhada
Sem água ali na praia
Totalmente sufocada.

Eu resolvi te salvar
Pus-te em meu coração
Que é grande como o mar
E lá nasceu a paixão.

Com isso o meu coração
Que passou a ter sereia
Transformou-se em viveiro
Com o sangue de minhas veias.

Autor: Nelson Brasil da Silva.