quarta-feira, 18 de abril de 2012

A LUA EM FORMA DE GENTE

Você é muito bonita
É uma gata brilhante
Com a luz do sol eu vejo
Você ficar radiante.

Transmite todo o reflexo
Chega a iluminar a rua
Parece que estou vendo
Em forma humana a lua.

Com toda esta beleza
E esta iluminação
Uma prova da natureza
Que a minha vida tem razão.

Pois se ela não ter razão
Eu estava no escuro
Sem esta iluminação
Não veria este muro.

autor: Nelson Brasil da Silva

sábado, 14 de abril de 2012

SEM VOCÊ VOU PADECER

Eu te amo, eu te adoro, eu te quero
Eu te chamo, eu te imploro, eu te espero,
Não venha me deixar só meu amor
Porque eu poderei morrer de tanta dor.

Dor no peito, dor na alma e coração
Poderei pegar um trauma com a paixão,
E com isso poderei ficar doente
Morrerei com meu espírito descontente.

E irei penar nas ruas da amargura,
Serão tristes meus dias de sepultura,
Porque meu amor por ti vai ao além
Como eu te amo nunca amei ninguém.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

AMAR-TE PARA SEMPRE

Tenho gosto por você
Minha querida gostosura
Comigo eu te quero ter
Para vivermos aventuras.

Não quero ficar contigo
Só enquanto estiver aqui
Desejo junto contigo
Na mesma cova dormir.

E quando acabar o mundo
E nós anjos nos tornar
Eu desejo novamente
Um romance começar.

Autor: Nelson Brasil da Silva. (EU)

PROMETO ESTÁ CONTIGO

Boa tarde minha Deusa
Minha linda meu amor
Tu és a minha princesa
Vou ir para aonde tu for.

Se tu for pro infinito
Ou viajar dentro do mar
Mesmo que eu fique aflito
Eu irei te acompanhar.

Porque tu és minha companheira
E eu sou o teu amigo
Não irei te deixar só
Vou sempre está contigo.

Mesmo que você não queira
Eu vou te acompanhar
Se não for de muito perto
Prometo te espionar.

autor: Nelson Brasil da Silva (eu)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A CULPA É DOS EMPRESARIOS

As empresas de ônibus
Querem acabar com os pirangueiros
Porque elas hoje só pensam
Em faturar mais dinheiro.

Monopolizar o transporte
Fazer tudo do seu jeito
Espero eu que elas não venham
Ter o aval do prefeito.


Porque os pirangueiros
Não têm nada a haver com isso
A culpa é das empresas
Que presta um péssimo serviço.

Se o serviço fosse bom
Claro que eu não ia usar
Um serviço bem mais caro
Eu ia economizar.

Mas como o serviço é péssimo
E eu sou muito ocupado
O meu tempo é reduzido
Não dá pra ficar parado.

Duas horas na parada
Com a barriga roncando
De conforto não tem nada
E o fumo dos outros exalando.

Quando saio do serviço
De meio dia tem passado
Chego em casa as 2 horas
De fome venho arrasado.

A aula lá na UFAC
As 13:30 inicia
Eu sempre chego atrasado
Isso se dá todo o dia.

As coisas não estão piores
Porque eu sou brasileiro
Não tenho frescura com nada
Eu ando com pirangueiro.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A TORCIDA FOI ABALADA

A identidade do mengo
No Acre foi abalada
Os flamenguistas rodaram
A casaca assim do nada.

Dentro do Estado do Acre
O torcedor flamenguista
Na luta pelo o ideal
Não é um alguém que persista.

Eles não são torcedores
Não sabem pra quem torcer
Eles são uns sofredores
Que vivem a vida a sofrer.

Parecem mais com os políticos
Que vivem a pular partidos
Não conseguem o ideal
Vivem a vida enrustido.

Por não terem um objetivo
Para eles alcançar
Deixaram de ser ativo
E pararam de lutar.

Hoje o torcedor do mengo
Com o Vasco passou a ter laços
Ela para o Vasco hoje
É muito mais que um braço.

Pois o mengo e o Vasco
Não são mais arqui-rivais
A torcida é a mesma
Ou você quer ouvir mais.

Autor: Nelson Brasil da Silva.

TUDO TEM SUAS CONSEQUENCIAS


Aqui no Estado do Acre
Os flamenguistas se renderam 
Passaram a torcer pro Vasco
Sua identidade perderam.

Daqui a pouco os flamenguistas
Vão se tornar vascaínos
Perderão o time de vista
E esquecerão o hino.

Isso não vai demorar
Muito para acontecer
O Vasco assumir o lugar
E o fla desaparecer.

Porque o Flamengo hoje
Está cedendo espaço
O Vasco aproveitando
E ocupando o pedaço.

No momento em que o fla
Ao seu redor for olhar
Ele estará isolado
Irá ter que começar.

Pois vejo que a maioria
Chegaram a virar a casaca
Deixaram abandonado
Minaram o ultimo da vaca.

Pois viram que o flamengo
Nada poderia ganhar
Na condição de abutre
Ia ao lixão se alimentar.

Autor: Nelson Brasil da Silva.